Sejam Bem Vindo (a)!

Mostre que você não apenas é observado, mas também um observador da mídia...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A mídia e a milionária indústria de indenização

Duas notícias veiculadas esta semana nos jornais e sites de notícias envolvendo dois artistas do show business trazem de volta ao cenário midiático, a discussão sobre a milionária indústria de indenização que sempre permeia as celebridades. Uma delas dava conta de que o deputado e apresentador Clodovil ganhou uma ação na justiça contra a Rede TV e que está prestes a ganhar a quantia de R$ 1 milhão. O apresentador acusa a Tv de ter o demito sem justa causa.

A outra notícia diz respeito a um processo que está sendo movido pela 'Rainha dos Baixinhos” Xuxa (que, diga-se de passagem, de infantil, não tem nada) contra o jornal institucional da Igreja Universal do Reino de Deus acusada de haver noticiado uma matéria na qual é afirmado que a apresentadora teria feito um pacto com o dito cujo, ou seja, o diabo, em outras palavras, a maior fonte de renda da respectiva igreja (não é a toa que seu nome é muito mais propagado dentro da igreja que o do próprio Deus). Xuxa pede a bagatela no valor de 3 milhões por difamação.

Ambos os casos reforçam o quanto a chamada indústria da indenização vale para o bolso das celebridades que, apesar de se exporem à opinião pública, não levam para casa todo tipo de insulto. Por outro lado, este fato revela o valor da vitrine midiática, razão pela qual tanto se disputa os famigerados 15 segundos de fama...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

As 10 lições da disputa eleitoral em CG

A acirrada disputa eleitoral municipal chegou ao fim neste domingo, 26, encerrando um embate político-partidário que certamente ficará registrado na história da vida política da Rainha da Borborema, como um dos episódios mais conturbados e ao mesmo tempo revelador. A disputa, que entrou na reta final em clima de duelo entre os dois candidatos – Veneziano (PMDB) e Rômulo Gouveia (PSDB)-, chegou ao fim, deixando uma série de lições a serem refletidas por todos os cidadãos campinenses. Enumeremos aqui algumas dessas:

1 – Que, de fato, como asseguram os próprios cientistas políticos, a política é uma ciência extremamente complexa e inexata e que obedece a lógicas que a própria razão desconhece;
2 – Que o poder exercido pelo dinheiro sobre as pessoas é considerável, porém, não decisivo em se tratando de uma disputa eleitoral;
3 – Que a indústria do denuncismo e a central do boataria enquanto estratégia de campanha eleitoral, deve ser repensada urgentemente pelos marketeiros políticos;
4 – Que, como já demonstram vários resultados de eleições em todo o mundo, o poder de influência da mídia não é um fator decisivo, contrariando o que pensam alguns conglomerados midiáticos atrelados a grupos políticos;
5 – Que as adesões repentinas e oportunista de correligionários de uma coligação para outra em plena campanha, não se traduz em transferência de votos, mas sim em mera covardia e falta de espírito político;
6 – Que, apesar de se revelar um instrumento extremamente fértil para se alcançar à massa, o apelo às emoções quando exagerado, é sinônimo de subestimação da capacidade racional do eleitorado;
7 – Que os resultados de pesquisas de intenção de votos, quase sempre erram, mas também (paradoxalmente) quase sempre acertam;
8 - Que a compra de votos enquanto estratégia eleitoral é uma faca de ‘dois gumes’ e que neste sentido, pode cortar à própria carne;
9- Que a articulação em torno da concentração de forças correligionárias adversas, nem sempre representa fortalecimento partidário;
10 – Por fim, que apesar de se tratar de um campo minado por todos os lados pela falta de ética e escrúpulo advindos da maioria de seus militantes, a política nem sempre responde à esta realidade, deixando ecoar no final, a soberana vontade do povo!.

E que venham às próximas eleições com suas sábias lições resultante da participação democrática... Avante Campina!!!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CASO ELOÁ E A ESPETACULARIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA NA TV

A ampla cobertura da mídia e, em especial das redes de televisão abertas, sobre o polêmico caso do seqüestro de Santo André, ratificou, de um lado,o badalado avanço do fenômeno da espetacularização na chamada sociedade da informação – o qual ao que parece por mais que
não queiramos, somos forçados a destacar neste espaço- e de outro, a tendência do jornalismo televisivo para o espetáculo midiático. Trata-se, como percebemos, de uma receita perfeita para uma 'deliciosa' audiência ao vivo e a cores...

Mas, apesar de termos muito sobre o que falar acerca desse fato cada vez mais escancarado aos nossos olhos que realmente, conforme ressaltam os diversos estudiosos da espetaculairzação, parecem estar cada vez mais viciados por novos espetáculos, preferimos reproduzir,
abaixo, o comentário feito por Ana Maria Paterson, publicado no Observatório da Imprensa, o qual ao lermos, constatamos que diz tudo aquilo que gostaríamos de escrever e compartilhar com os diletos amigos internautas. O comentário sugere uma auto-crítica por parte do papel desempenhado pela mídia mediante o caso em questão e, em particular, ao modos operandi da imprensa que, conforme descreve a autora do texto em consonância com vários outros estudiosos da práxi jornalística contemporânea, parece estar deixando de lado alguns dos princípios apregoados no próprio código deontológico da profissão jornalista. Segue abaixo, o referido texto:

*A mídia e o seqüestro de Santo André

Por que a imprensa tem tanta dificuldade em fazer autocrítica? É claro que essa pergunta não me surgiu hoje, mas o que me fez escrever foi o papel da imprensa no seqüestro da estudante Eloá Cristina Pimentel. Na segunda-feira (13/10), o Brasil recebeu a notícia de que um rapaz
de 22 anos estava fazendo refém sua ex-namorada, de 15 anos. Foram inúmeras reportagens sobre Lindemberg Fernandes Alves, um rapaz trabalhador, que não bebe, não fuma, tem dois empregos para ajudar a família.

Com o passar das horas, o rapaz foi sendo narrado como um criminoso seqüestrador desequilibrado. Diante disso, uma gama de profissionais passou a ser entrevistada: psiquiatras, advogados, especialistas em segurança, psicólogos, criminalistas foram submetidos a perguntas do tipo "o que o rapaz estava pensando quando entrou no apartamento?", "qual o objetivo dele ao colocar uma camisa do São Paulo na janela?". E por aí ia um festival de sandices.

No segundo dia, o rapaz falou com uma emissora de TV e o espetáculo ficou mais dantesco quando apresentadores José Luiz Datena e Sonia Abraão chegaram a bater boca no ar para decidir quem tinha a equipe de reportagem mais competente, quem fazia um jornalismo mais ético. É possível?

A partir daí, entrevistados, apresentadores, pastores passaram a falar com o rapaz por intermédio da televisão. Ao mesmo tempo, vários comentaristas de segurança (nova denominação para repórter policial) começaram a repetir a seguinte frase "este rapaz está fazendo um passeio pelo Código Penal", enquanto outros estimaram a pena dele em
40 anos.

Considerando que no contato telefônico o rapaz deixou muito claro que seu maior medo era ir para prisão e levar tiros, segundo suas próprias palavras, não seria uma questão ética evitar comentários sobre a punição que ele iria sofrer ao sair de lá? Era de conhecimento de
todos que ele estava assistindo televisão e ouvindo tudo. Não seria prudente evitar esse tipo de comentário com o objetivo garantir o sucesso da operação? Em relação à imprensa, qualquer questionamento de seu papel nisso tudo é respondido pela seguinte frase: "Estamos fazendo nosso trabalho".

Vocês acreditam que é possível fazer jornalismo nos meios?

* Texto publicado por Por Ana Maria Peterson Silva em 18/10/2008, no
www.observatoriodaimprensa.com.br

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

MÍDIA, POLÍTICA E OS RESULTADO DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Os resultados do primeiro turno das eleições municipais realizadas no país, confirmaram um fenômeno que vem sendo discutido por estudiosos e pesquisadores da comunicação social e institutos voltados à problematização da relação entre os meios de comunicação de massa e as campanhas eleitorais. A exemplo do que já foi publicado neste espaço (ver texto intitulado: eleições, mídia e democracia), boa parte dos resultados das urnas aponta para uma mudança lenta, mas processual acerca da diminuição do poder de influência da mídia nos resultados eleitorais.

Trata-se de uma realidade que, apesar de ser constatada de maneira mais contundente na América Latina e em especial, nas campanhas presidenciais realizadas nesta parte do continente, conforme é apresentado no texto acima mencionado, também começa a apresentar reflexo nas campanhas municipais e estaduais. Os resultados das últimas eleições municipais reforçam este fenômeno que pode ser melhor percebido por meio de alguns dados pontuais.

Dentre estes podemos destacar o fortalecimento do PT nas eleições municipais que, apesar de todas as críticas e ataques - nem sempre justos - advindos, sobretudo, dos órgãos de imprensa que formam a chamada grande mídia, superou os 14 milhões de votos obtidos há quatro anos, consagrando-se como o partido mais votado, tendo alcançado 545 prefeituras em todo o país -dessas, 107 só em Minas Gerais, onde se encontra um dos maiores adversários do presidente Lula nas próximas eleições - Aécio Neves.

A derrota de ACM Neto (DEM), selando o fim da hegemonia baiana do grupo ACM que, vale salientar, há pouco mais de dois anos controlava aproximadamente 90% dos municípios baianos, é outro resultado explícito dessa mudança aqui retratada. Nesse contexto, vale ressaltar que além da cobertura favorável de boa parte da imprensa local, ACM Neto contava com um significativo apoio da Rede Globo que há anos vem concedendo a este, um generoso espaço em seus preciosos telejornais, aparições estas que, entretanto, não lhes garantiram o sucesso almejado por ambos os grupos econômicos e políticos brasileiros de forte poder de influência popular.

Afora isso, a edição de outubro do jornal Le Monde Diplomatique Brasil, traz um artigo que ressalta esta sensível queda do poder de influência dos meios de comunicação de massa nas eleições municipais brasileiras. Assinalado pelo doutor em Ciência Política e professor de Sociologia da USP, Gustavo Venturi, o texto, intitulado: “A mídia perde influência”, traz uma análise acerca dos resultados das campanhas municipais, chamando-nos a atenção para a questão da limitação do poder da mídia nos dias atuais. Nele, Venturi atribui tal fenômeno à consolidação da democracia no país, fator este que está, no que também concordamos, possibilitando um maior amadurecimento do eleitorado.

Muito embora saibamos que este é um processo ainda muito insipiente e que ainda levará muito tempo para alcançar patamares mais satisfatórios, é inegável que se trata de uma esperançosa luz apontada num túnel que está longe de se chegar ao fim.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Telejornal e a espetacularização da vida privada

Uma notícia veiculada recentemente em vários órgãos de imprensa do mundo inteiro, através das agencias de notícias, revela o caráter de espetacularização cada vez mais presente na mídia contemporânea. Referimo-nos ao episódio do pedido de casamento feito a uma apresentadora de um telejornal norte-americano durante a transmissão do noticiário. Ao apresentar uma reportagem durante o jornal para o canal de TV KAMC, do Texas, Emily Leonard teve uma surpresa ao ver em vez da matéria, o seu namorado. Este, por sua vez, entrou no estúdio e fez o pedido de casamento, de joelhos, como, aliás, manda o espetáculo da encenação matrimonial tradicional. A cena é encerrada com um sonoro “sim” da noiva ao apresentador do quadro de previsão de tempo, Matt Laubhan que, vale ressaltar, para completar ainda mais o espetáculo transmitido ao vivo para todo o Estado do Texas, estava devidamente trajado de smoking.

Muito mais que uma explícita demonstração da TV enquanto canal soberano para a propagação do espetáculo midiático, a cena que vale ressaltar, pareceria muito mais um quadro de ‘loucura de amor’ comum a programas populares exibidos pelas TV´s abertas norte-americanas e brasileiras, revela o avanço da espetacularização na imprensa ressaltando uma de suas particularidades preponderantes que é a semiose da vida pública com a vida privada. Em outras palavras diríamos, a derrubada do limiar que separa o caráter público do particular.

Contudo, não podemos esquecer de que se trata de um ingrediente essencial no processo de transformação dos fatos em espetáculos, uma vez que para tal, é necessário que estes apresentem, de alguma forma, traços de interesse público. Ou seja, algo que atraia a atenção dos receptores cada vez mais ávidos por novos espetáculos via tela da TV.

Tal fenômeno revela, como analisam diversos estudiosos do campo da comunicação, uma das mais significativas transformações do mundo contemporâneo. Um mundo em que imagem vale muito, e se espetacularizada, vale muito mais!. Que o digam os altos índices de audiências televisivos...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Globo e futebol: um negócio de R$ 1,4 bilhão

O contrato bilionário recém-firmado entre a Rede Globo de Televisão com o Clube dos 13, no valor de 1,4 bilhão, garantindo a emissora dos ‘Marinho’, os direitos exclusivos da transmissão do Campeonato Brasileiro no triênio 2009-2011, ressalta o negócio da ‘china’ (jargão este, aliás, que será tema da nova novela da Globo– outro produto lucrativo da emissora) que representa o futebol para a mídia.

O valor da comercialização do ‘Brasileirão’ foi fechado depois de uma longa negociação entre a diretoria comercial da TV Globo e os clubes que integram o clube dos 13, e contou com um pequeno empurrãozinho da maior rival da Globo, a TV Record, que, conforme várias informações circuladas na Internet, estava de olho neste contrato pra lá de lucrativo. De quebra, ganharam os clubes que, há meses, negociavam um aumento da cota que é repassada pela Globo.

Foi, é claro, uma jogada e tanto dos representantes dos times milionários de futebol brasileiro que terminou pegando de jeito a Rede Globo. Contudo, nada mais justo para quem lhe garante, há décadas, uma senhora renda por meio de valiosas cotas publicitárias que são, na verdade, o eixo central de sustentação de todos os veículos de comunicação e, mais ainda, da relação destes com o futebol, fenômeno este, aliás, moldado pela mídia insistentemente como a paixão nacional. E o amor, onde fica?.

Mas o tamanho dessa paixão pode ser medida perfeitamente em cifras. Para se ter uma idéia do tamanho e valor monetário do bolo publicitário fatiado entre a Globo com os times de futebol, do qual, é evidente, esta termina ficando com a fatia maior, no ano passado, a Globo vendeu cada cota do seu futebol por R$ 108 milhões, conforme informações do jornal Propaganda & Marketing. As cotas são compradas por empresas de grande porte, a exemplo do Itaú, Casas Bahia, Vivo, Ambev e Volkswagen. Isso sem falar no "top" de 5 segundos da Coca-Cola, que rende R$ 32 milhões.

Estas cifras, vale salientar, não incluem as diversas outras cotas publicitárias advindas de outras modalidades de produtos midiáticos, as quais chegam aos cofres da emissora com a mesma rapidez do sonoro ´plim plim” que esta soa aos ouvidos dos seus telespectadores. Fazem parte desta fonte financeira suntuosa, as outras modalidades de programas agregradas à grande televisiva ‘global’, a exemplo da Fórmula 1, que assim como o futebol, representa algumas das maiores rendas de faturamento desta e cujo valor já fechado para 2009 é de R$ 50% milhões.

Isto sem falar no cada vez mais lucrativo “Big Brother Brasil” que, de fato está se tornando um realy show em faturamento para a Globo e os demais atrativos de entretenimento. Neste sentido, nunca é demais lembrar que, enquanto, de um lado, os telespectadores se entretém sentados confortavelmente em frente à telinha da Globo com o seu delicioso cardápio televisivo, de outro, o departamento comercial – o coração e cérebro da emissora – faz festa com os números do ibope, números estes que, como vemos, se transformam em cifras por segundos.

Encerrando esse comentário que tem como propósito principal, oferecer aos caros colegas internautas, uma idéia ainda que parcial do astronômico resultado financeiro que se esconde por trás da indústria de entretenimento deste que continua sendo o sistema de comunicação mais lucrativo do país, aqui ai outro dado. Segundo dados do Propmark, o faturamento da Globo no ano passado foi de aproximadamente R$ 5,2 bilhões. Para este ano, acredita-se num crescimento de 11%. E ainda se fala em crise na rede Globo...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mídia cidadã

Pautadas no papel cada vez mais central que a mídia tem ocupado na sociedade contemporânea, cresce, na sociedade civil organizada, as discussões sobre esta relevante temática de que trata este blog. Trata-se de uma importante vertente discursiva voltada à uma maior conscientização em torno dos modos operandi e efeitos dos meios de comunicação de massa no cotidiano dos cidadãos.

Neste contexto, será realizado em Recife, a IV Conferência Brasileira de Mídia Cidadã - Pesquisas acadêmicas e experiências da sociedade civil, mercado eEstado na efetivação do direito humano à comunicação. O evento abordará diversos temas relacionados à problemática acima mencionada. Dentre os temas que serão discutidos, estão os seguintes: o direito do cidadão à comunicação, as políticas de informação, rádio comunitária, a internet e os jovens, os efeitos da publicidade, TV Pública e, a informação como instrumento de formação cidadã.

O encontro acontecerá na UFPE, nos dias 16, 17 e 18 e reunirá dezenas de pesquisadores e representantes da sociedade civil em torno de uma vasta programação que reproduzimos em parte, mais abaixo. O evento é aberto ao público em geral. A Confirmação da participação dev ser feita até 15 de outubro pelo e-mail: www.observatorio.midia@ufpe.br).
Maiores informações e a programação, na íntegra, no site http://www.ufpe.br/observatorio .

Programa
Quinta-feira – 16 de outubro
8h – Credenciamento dos participantes (Recepção do CAC)8h30 – Abertura (Jardim interno do CAC)- Prof. Dr. Amaro Lins - Reitor da UFPE- Dr. Romeu Tuma Júnior – Secretário Nacional de Justiça- Dr. Paulo Varejão – Procurador-geral do MPPE- Profa. Dra. Solange Coutinho – Pró-reitora de Extensão da UFPE- Profa. Dra. Virgínia Leal – Diretora do Centro de Artes e Comunicação- Profa. Dra. Isaltina Mello Gomes – coordenadora do PPGCOM/UFPE- Profa. Dra. Cicilia Peruzzo – Cátedra Unesco/Umesp- Prof. Dr. Edgard Rebouças – Observatório da Mídia Regional/PPGCOM/UFPE

9h – Reunião dos grupos de trabalho (CAC)GT1 - Mini-auditório IFormação de correspondentes para a rádio comunitária HeliópolisCicilia M. Krohling PeruzzoOboré Projetos Especiais de Comunicação; Núcleo de Pesquisa deComunicação Comunitária e Local (Comuni) - Umesp; Projeto Redigir(ECA/USP); União de Núcleos Associações e Sociedades de Heliópolis eSão João Clímaco (Unas)

Rádio comunitário regional: perfil da rádio Ponte FM em Indaiai - SCLetícia Dayanna Ferreira de Melo e Ofélia Torres MoralesUniversidade Regional de Blumenal

Rádio Mulher: uma estratégia política feminista em comunicaçãoHainer Bezerra de Farias e Flavia Maria LucenaCentro das Mulheres do Cabo;

Rádio MulherRádio e aprendizagem: a participação de crianças e adolescentes naconstrução de um ambiente comunicativo a partir da rádio-escolaLuana Amorim GomesUFCProjeto Dissonante: faça-rádio-web-você-mesmo - uma experiência decomunicação livreFernando Paulino; Juliana Oliveira Mendes; Leyberson Lelis Pedrosa ePedro Arcanjo Matos (Unb)

Rádios comunitárias na internet: mais um canal para a tentativa depromoção de cidadania nos locais mais pobres do país. O caso dasrádios comunitárias na web do sertão do PiauíOrlando Maurício de Carvalho BertiUniversidade R. Sá (Picos – PI)

Está entrando no ar... A voz da juventudeTatiana Castro MotaONG Catavento Comunicação e Educação – CearáVocê fala, você muda! Uma experiência pela democratização da ComunicaçãoHugo de Lima; Marcela Lino e Marcelle HonoratoComunidade Boivoador de Artes e Comunicação Social
GT2 - Mini-auditório IIClassificação Indicativa – Informação QualificadaRomeu Tuma JúniorMinistério da Justiça - Secretaria Nacional de Justiça Departamento deJustiça, Classificação, Títulos e QualificaçãoCampanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania"Ricardo Moretzsohn

Comissão de Direitos Humanos e Minorias e Comissão de LegislaçãoParticipativa da Câmara Federal; Campanha "Quem Financia a Baixaria éContra a Cidadania"A campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania": direitoshumanos na TV brasileiraCarlos Henrique Demarchi(Unesp)

O caso Direitos de Resposta e o controle público da mídiaAna Maria StraubeIntervozes – Coletivo Brasil De Comunicação Social; Ministério PúblicoFederal; Ação Brotar Pela Cidadania e Diversidade Sexual; Associaçãoda Parada do Orgulho dos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros deSão Paulo; Associação de Incentivo à Educação e Saúde de São Paulo;Centro de Direitos Humanos;

Identidade – Grupo de Ação Pela CidadaniaHomossexual.Da "farra das concessões" à interdição das rádios comunitárias: opoder político e econômico dos mercadores do setor de rádio no BrasilAna Veloso e Hainer FariasUnicap;

UFPEO papel do Poder Judiciário na restrição e/ou garantia do direito àliberdade de expressãoJackeline Danielly Freire FlorêncioUFPEO dilema entre público e estatalInaldo Santana AraújoUFBA12h – Visita à I Feira Nacional de Mídia Cidadã (CAC)14h – Reunião dos grupos de trabalho (CAC)

GT3 - Mini-auditório IA mensagem da classificação indicativa na língua brasileira de sinaisnas vinhetas televisivasRomeu Tuma JúniorMinistério da Justiça - Secretaria Nacional De Justiça - Departamentode Justiça, Classificação, Títulos e QualificaçãoA atuação do cfp na implementação das políticas de comunicação: o casoda publicidade para criançasClara GoldmanConselho Federal de PsicologiaPolíticas de incentivo às mídias cidadãs em VitóriaJacson José Maria SegundoPrefeitura de VitóriaVozes da democracia – histórias da comunicação na redemocratização do BrasilIano MaiaIntervozes – Coletivo Brasil de Comunicação SocialRelações públicas cidadã na Andaluzia: um relato sobre a ouvidoria deuma associação de emissoras comunitárias e municipais de rádio e tv nosul da EspanhaJosé Guibson DantasUniversidad de Málaga

TV pública do Brasil e a eficácia do direito fundamental à informaçãoJoana Maria de Brito MatosUFPEA memória do direito à comunicaçãoRenato BigliazziUnBAnálise das práticas de comunicação na gestão municipal de saúde parao controle da dengueIdê Gomes Dantas Gurgel e Mariana Olívia Santana dos SantosFiocruz – Fundação Osvaldo Cruz

GT4 - Mini-auditório IIUma janela para o mundo: a inclusão comunitária e mercadológica dosadolescentes do projeto TV JanelaRobson da Silva BragaUFCColetivo Gambiarra ImagensColetivo Gambiarra ImagensCoque, exercícios do olhar: uma experiência de pesquisa comodesdobramentos de um projeto de extensãoRafael Souza, Roberta Lira dos Santos, Monick França, Gutembergue deLima e Sandokan Xavier

Sábado – 18 de outubro8h – Saída para visita a projetos de mídia cidadã no Recife(Estacionamento do CAC)(Confirmação da participação até 15 de outubro pelo e-mailobservatorio.midia@ufpe.br)

Maiores informações no site http://www.ufpe.br/observatorio .

Realização:Observatório da Mídia Regional: direitos humanos, políticas e sistemas(PPGCOM/UFPE)Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento RegionalApoio:Auçuba – Comunicação e EducaçãoCentro de Cultura Luiz FreireCentro das Mulheres do CaboConselho Regional de Psicologia (CRP-PE)Hotel CanariusFaculdade Marista do RecifeLe Fil Comunicação DigitalMinistério Público do Estado de PernambucoRecife Convention & Visitors BureauSindicato dos Servidores Públicos Federais de PernambucoSindicato dos Telefônicos de PernambucoSinos - Organização para o Desenvolvimento da Comunicação Social